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	<title>Jonathan Lamim } jlamim</title>
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	<description>Desktop and Web Developer</description>
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		<title>Como escolher uma distribuição Linux para o Desktop</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 11:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jlamim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[sistemas operacionais]]></category>
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		<description><![CDATA[A flexibilidade é um dos pontos fortes do Linux, mas o imenso número de distribuições disponíveis pode complicar a escolha.<a href="http://jlamim.com.br/2010/08/como-escolher-uma-distribuicao-linux-para-o-desktop/" class="searchmore">Read the Rest...</a><div class="clr"></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><em>A flexibilidade é um dos pontos fortes do Linux, mas o imenso número de distribuições disponíveis pode complicar a escolha. Siga nossos passos e descubra qual a ideal para você</em></p>
<p>Com todos os bons motivos para usar o Linux atualmente &#8211; especialmente em uma empresa &#8211; geralmente é fácil decidir abandonar o Windows. O que é difícil, entretanto, é decidir qual distribuição (nome dado às “versões” do sistema operacional) Linux é a mais adequada para você ou para sua empresa.</p>
<p>A julgar pelos números de popularidade rastreados tanto pelo site Distriwatch como por um estudo recente da LinuxTrends, o Ubuntu é claramente a “distro” mais popular. Não há como negar que o Ubuntu tem muitos benefícios para os usuários, mas ao mesmo tempo há muitas outras possibilidades, cada qual adicionando seu “tempero” próprio ao Linux.</p>
<p>Qual distribuição é a melhor para você? A resposta depende de vários fatores:</p>
<h3>1. Habilidade</h3>
<p>Se você nunca usou o Linux antes, é melhor ficar com uma distribuição mais adequada aos usuários iniciantes. Esta é uma das principais características do Ubuntu, mas o Fedora, Linux Mint e o openSUSE também podem ser boas escolhas. Eu recomendaria o Ubuntu ou Fedora para um novo usuário.</p>
<p>Fique longe de versões alpha, beta e release candidate (RC) do software, já que elas podem ser instáveis. Por outro lado, se você se considera um usuário avançado  pode preferir distribuições como o Gentoo, Debian, Arch Linux e Slackware. Ou quem sabe fazer sua própria distribuição do zero com o Linux from Scratch!</p>
<h3>2. Foco</h3>
<p>Se seu trabalho (ou o de sua empresa) é focado em uma área específica, vale a pena dar uma olhada nas muitas versões “de nicho” do Ubuntu, como a EduBuntu (para educação) e UbuntuStudio (para músicos, artistas gráficos e produtores de vídeo).</p>
<h3>3. Suporte</h3>
<p>Cada distribuição tem sua própria comunidade online, que é geralmente o melhor lugar para conseguir ajuda gratuita quando problemas surgem. Antes de escolher uma distro, pode ser uma boa idéia “dar uma olhada” em sua comunidade visitando os fóruns onde os usuários se reúnem. Alguns são mais amigáveis do que os outros.</p>
<p>Se você não se sente confortável com o suporte oferecido pela comunidade, pode optar por uma versão comercial do Linux com suporte técnico oferecido pelo desenvolvedor ou revendedor. O Red Hat Enterprise Linux e o SUSE Linux Enterprise Desktop (antigamente conhecido como Novell Linux Desktop) geralmente estão entre as melhores escolhas entre as distribuições Linux para o segmento corporativo.</p>
<h3>4. Hardware</h3>
<p>Uma das muitas virtudes do Linux é que ele pode rodar muito bem em hardware mais antigo, então não é necessário ter um computador poderoso para conseguir desempenho satisfatório. Se seu hardware é antigo, uma distribuição como o Puppy Linux é uma boa escolha. Para desktops com recursos (como RAM e espaço em disco) limitados distribuições como o Xubuntu e o Debian XFCE Edition podem ser úteis. E para os netbooks há inúmeras opções, como o Ubuntu Netbook Remix, EasyPeasy ou o Jolicloud.</p>
<p>Em máquinas mais modernas, seus periféricos podem influenciar a escolha da distribuição. Se você depende de um leitor de cartões de memória, modem 3G ou impressora multifuncional no dia-a-dia, por exemplo, é melhor verificar sua compatibilidade com a distribuição que pretende usar antes de migrar. Entre as distribuições atualmente no mercado, o Ubuntu é provavelmente a que tem a melhor compatibilidade de hardware.</p>
<h3>5. Software</h3>
<p>Se há algum programa que é indispensável para o seu dia-a-dia ou de sua empresa, planeje-se para não ser pego de surpresa sem ele. Primeiro, verifique se há uma versão Linux, seja do fornecedor original ou equivalente Open Source. Se for um software proprietário, certifique-se de que é possível rodá-lo na distribuição que escolheu: apesar de oferecer uma versão “Linux”, muitas empresas “empacotam” seus programas para uma distribuição específica, e não garantem seu funcionamento em outras versões do sistema.</p>
<h3>Ainda indeciso?</h3>
<p>Se você ainda não conseguiu decidir qual distro usar, há vários “testes” online para guiá-lo em sua escolha. Os melhores que já vi são o Linux Distribution Chooser da zegenie Studios e o Distro Chooser do site polishlinux.org.</p>
<p>Seja qual for  distribuição escolhida, é uma boa idéia experimentá-la antes usando um LiveCD ou LiveUSB. Assim você pode se decidir se o sistema é realmente adequado para você antes de instalá-lo em sua máquina. Se preferir, pode ser uma boa idéia começar a usar o sistema em regime de “dual boot”, assim o Windows estará sempre por perto se você eventualmente precisar. Também recomendo uma referência impressa. Para os usuários do Ubuntu, por exemplo, o livro “The Official Ubuntu Book” é uma boa opção.</p>
<p>E lembre-se de que a principal característica do Linux é a liberdade de escolha. Se a primeira distribuição que você escolheu não parecer a certa, há muitas outras para experimentar e isso não vai lhe custar um centavo. Tente fazer isso com software proprietário!</p>
<p><strong>Fonte: </strong>Katherine Noyes, da PC World/EUA</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Usando o cache de consultas no MySQL</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 16:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jlamim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Banco de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[MySQL]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização]]></category>
		<category><![CDATA[banco de dados]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[mysql]]></category>
		<category><![CDATA[otimização]]></category>
		<category><![CDATA[sql]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual desenvolvedor não quer ter um bom desempenho em suas consultas MySQL? Pensando nisso é que resolvi escrever esse simples<a href="http://jlamim.com.br/2010/08/usando-o-cache-de-consultas-no-mysql/" class="searchmore">Read the Rest...</a><div class="clr"></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Qual desenvolvedor não quer ter um bom desempenho em suas consultas MySQL? Pensando nisso é que resolvi escrever esse simples artigo mostrando como otimizar o desempenho das consultas usando o cache de consultas MySQL.</p>
<p>Para começar é preciso alterar algumas linhas no arquivo de configuração do MySQL.</p>
<pre class="brush: plain;">
query-cache-type = 1
</pre>
<p>Onde:</p>
<p>0 &#8211; disable/off</p>
<p>1 &#8211; enabled/on</p>
<p>2 &#8211; on demand</p>
<p>Em seguida altere a linha abaixo para definir o tamanho do cache a ser armazenado, que no exemplo é de 25Mb.</p>
<pre class="brush: plain;">
query-cache-size = 25M
</pre>
<p>Se você utilizar &#8220;query-cache-type = 2&#8243; você terá que modificar a instrução SQL da sua query, informando que quer selecionar os resultados que estão em cache, como mostra o exemplo abaixo.</p>
<pre class="brush: plain;">

SELECT SQL_CACHE campo1, campo2, campo3 FROM tabela1 WHERE campo1 = &quot;parametro&quot;;
</pre>
<p>Para verificar se o servidor mysql já está permitindo operações com cache de consultas, execute a instrução SQL abaixo:</p>
<pre class="brush: plain;">

SHOW VARIABLES LIKE '%query_cache%';
</pre>
<p>O resultado retornado deve ser:</p>
<p>+——————-+———+<br />
| Variable_name | Value |<br />
+——————-+———+<br />
| have_query_cache | YES |<br />
| query_cache_limit | 1048576 |<br />
| query_cache_size | 20971520 |<br />
| query_cache_type | ON |<br />
+——————-+———+<br />
4 rows in set (0.06 sec)</p>
<p>Visto que o servidor já está operando com o cache de consultas, é hora de ver se as suas consultas já estão sendo armazenadas em cache. Execute uma consulta SQL por 2 vezes e em seguida execute a instrução abaixo:</p>
<pre class="brush: plain;">

SHOW STATUS LIKE ‘%qcache%’;
</pre>
<p>+&#8212;&#8212;&#8212;+&#8212;-+<br />
| Variable_name | Value | | Variable_name | | Valor<br />
+————————-+———-+ +&#8212;&#8212;&#8212;+&#8212;-+<br />
| Qcache_queries_in_cache | 1 | Qcache_queries_in_cache | | 1 |<br />
| Qcache_inserts | 3 | Qcache_inserts | | 3 |<br />
| Qcache_hits | 0 | Qcache_hits | | 0 |<br />
| Qcache_lowmem_prunes | 0 | Qcache_lowmem_prunes | | 0 |<br />
| Qcache_not_cached | 2 | | Qcache_not_cached | 2 |<br />
| Qcache_free_memory | 20947592 | | | Qcache_free_memory 20947592 |<br />
| Qcache_free_blocks | 1 | Qcache_free_blocks | | 1 |<br />
| Qcache_total_blocks | 4 | Qcache_total_blocks | | 4 |<br />
+————————-+———-+ +&#8212;&#8212;&#8212;+&#8212;-+</p>
<p>A primeira consulta que você executar vai demorar mais que a segunda, pois ela ainda não está armazenada no cache, já na segunda vez que executar, o tempo será menor, pois o MySQL irá pegar a consulta que está no cache.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Fazendo compressão GZIP a partir do &#8220;type&#8221; dos arquivos</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 17:53:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jlamim</dc:creator>
				<category><![CDATA[GZIP]]></category>
		<category><![CDATA[Otimização]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Web Services]]></category>
		<category><![CDATA[compressão]]></category>
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		<category><![CDATA[gzip]]></category>
		<category><![CDATA[otimização]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Após 4 artigos sobre &#8220;compressão com GZIP&#8221;, já é possível ter uma idéia sobre as vantagens da compressão das páginas<a href="http://jlamim.com.br/2010/08/fazendo-compressao-gzip-a-partir-do-type-dos-arquivos/" class="searchmore">Read the Rest...</a><div class="clr"></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Após 4 artigos sobre &#8220;compressão com GZIP&#8221;, já é possível ter uma idéia sobre as vantagens da compressão das páginas web. Além disso foram apresentados métodos simples para a configuração do Apache através do arquivo .htaccess.</p>
<p>Nesse artigo vamos continuar explorando as possibilidades de configuração do Apache, só que agora para comprimir arquivos diversos, excetos as imagens, que já são geradas de forma comprimidas, como foi falado em artigo anterior.</p>
<p>Existe um comando que é inserido no código do arquivo .htaccess que tem por finalidade definir a compressão com base em um tipo de arquivo.</p>
<p>Por exemplo, a linha de código abaixo comprime todos os arquivos em formato de texto plano que forem requisitados pelo cliente.</p>
<pre class="brush: plain;">
AddOutputFilterByType DEFLATE text/plain
</pre>
<p>Para comprimir outro tipo de arquivo, basta mudar o &#8220;type&#8221;, como no exemplo a seguir, que comprime todos os arquivos HTML:</p>
<pre class="brush: plain;">
AddOutputFilterByType DEFLATE text/html
</pre>
<p>Veja abaixo uma lista com outros tipos de arquivos e as linhas de código para comprimi-los.</p>
<pre class="brush: plain;">
AddOutputFilterByType DEFLATE text/xml
AddOutputFilterByType DEFLATE text/css
AddOutputFilterByType DEFLATE application/javascript
AddOutputFilterByType DEFLATE application/x-javascript
AddOutputFilterByType DEFLATE application/xml
AddOutputFilterByType DEFLATE application/xhtml+xml
AddOutputFilterByType DEFLATE application/rss+xml
</pre>
<p>O método DEFLATE é bastante rápido e compatível com mais versões de navegadores antigos.</p>
<p>Com essa configuração no .htaccess, o Apache entenderá que os arquivos devem ser comprimidos a partir do seu &#8220;type&#8221;, somente para os navegadores que possuem suporte à compressão.</p>
<p>Até a próxima!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Comprimindo arquivos JavaScript e CSS com GZIP</title>
		<link>http://jlamim.com.br/2010/08/comprimindo-arquivos-javascript-e-css-com-gzip/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 13:57:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jlamim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até agora conhecemos as vantagens de comprimir os arquivos e um primeiro método para comprimir o código de páginas PHP<a href="http://jlamim.com.br/2010/08/comprimindo-arquivos-javascript-e-css-com-gzip/" class="searchmore">Read the Rest...</a><div class="clr"></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Até agora conhecemos as vantagens de comprimir os arquivos e um primeiro método para comprimir o código de páginas PHP enviadas ao navegador. A ideia da compressão deve ser extendida também a outros tipos de arquivos, e não somente ao código HTML das páginas web, mas aos demais arquivos que são responsáveis por estilizar as páginas e outras funções.</p>
<p>O código da página, como sabemos, é composto por vários elementos, como o próprio HTML do documento, imagens, folhas de estilo, arquivos JavaScript, etc. As imagens na realidade já estão comprimidas, pois os formatos utilizados nas páginas web, como GIF, JPG ou PNG já têm a compressão do próprio fomrato gráfico. Arquivos como as folhas de estilo (css) ou os códigos JavaScript (js) são criados como arquivo de texto plano, que não possui nenhuma compressão. Por esse motivo são ideais para serem enviados comprimidos ao navegador.</p>
<p>Para que fique bem claro, pensemos no código CSS de um site qualquer. O arquivo .css por exemplo tem um tamanho de 40Kb sem compressão, enviando esse arquivo comprimido por GZIP ao navegador, ele passará a ter cerca de 7.5Kb. O certo é que o CSS se transfere uma vez, na primeira visita do usuário, logo as páginas seguintes usam o arquivo que está armazenado no cache ao invés de requisitá-lo novamente ao servidor web. Então, com o arquivo em um tamanho menor, o carregamento da página vai ser muito mais rápido.</p>
<p>Os arquivos JavaScript também podem ser comprimidos para obter vantagens semelhantes, igual às do CSS, conseguindo com a compressão um tamanho entre 60 a 90% menor que os arquivos não comprimidos. Pensando que os sites mais modernos utilizam uma quantidade maior de códigos JavaScript, a compressão GZIP será fundamental para uma carga rápida do site.</p>
<h3>Configurar um htaccess para comprimir arquivos CSS/JS ou similares</h3>
<p>Agora que já sabemos as vantagens de enviar os arquivos de código comprimidos ao navegador, vejamos como fazer a configuração do Apache para poder executar o processo de compressão. A maneira mais cômoda e ao alcance de mais pessoas, para comprimir os arquivos JS e CSS é definir um arquivo htaccess com as diretrizes de configurção do servidor.</p>
<p>No arquivo htaccess, que contém o texto de configuração do Apache, vamos colocar várias linhas de código para solicitar ao Apache que envie os arquivos comprimidos, conforme as extensões especificadas.</p>
<p>Por exemplo, com o seguinte código estamos informando que os arquivos que tenham a extensão css devem ser enviados comprimidos ao navegador.</p>
<pre class="brush: plain;">
&lt;Files *.css&gt;
SetOutputFilter DEFLATE
&lt;/Files&gt;
</pre>
<p>Observe o *.css para indicar os tipos de arquivos a enviar comprimidos. Observe também que está sendo solicitado o uso do método DEFLATE para a compressão dos arquivos.</p>
<p>De uma maneira similar podemos definir a compressão dos arquivos JavaScript.</p>
<pre class="brush: plain;">
&lt;Files *.js&gt;
SetOutputFilter DEFLATE
&lt;/Files&gt;
</pre>
<p>Dessse modo, podemos definir qualquer extensão de arquivo e o Apache se encarregará de enviá-lo comprimido ao navegador.</p>
<p>Vejam que o arquivo está comprimido sem que tenha sido necessário fazer rotinas de programação específicas durante o desenvolvimento a não ser configurar o arquivo htaccess.</p>
<p>Até a próxima!!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Comprimindo páginas PHP com GZIP</title>
		<link>http://jlamim.com.br/2010/08/comprimindo-paginas-php-com-gzip/</link>
		<comments>http://jlamim.com.br/2010/08/comprimindo-paginas-php-com-gzip/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 16:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jlamim</dc:creator>
				<category><![CDATA[GZIP]]></category>
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		<category><![CDATA[Programação]]></category>
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		<description><![CDATA[Otimizar o carregamento de uma página PHP por meio da compressão GZIP e enviar a página ao cliente. A compressão<a href="http://jlamim.com.br/2010/08/comprimindo-paginas-php-com-gzip/" class="searchmore">Read the Rest...</a><div class="clr"></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Otimizar o carregamento de uma página PHP por meio da compressão GZIP e enviar a página ao cliente.</p>
<p>A compressão por GZIP ou Deflate é uma boa técnica para reduzir o peso, em Kb, das páginas web. Não é nada complicado se sabemos como configurar e as vantagens swão muito representativas. Nos artigos anteriores expliquei em que consiste e quais são as vantagens de utilizar esses métodos de compressão.</p>
<p>Depende de nós, ou da configuração do servidor web, que sejam enviados ou não os arquivos comprimidos aos clientes que solicitaram a página. Assim o primeiro passo para qualquer pessoa interessada em otimizar seu site seria verificar se as páginas do site estão sendo enviadas de forma comprimida ou não.</p>
<p>Neste artigo veremos uma das primeiras configurações qeu podemos fazer, de forma muito fácil e em alguns minutos, sobre o nosso site, para que as páginas PHP dele sejam enviadas comprimidas. Trata-se da edição do arquivo .htaccess para configurar o Apache e fazer com que os arquivos PHP sejam comprimidos com GZIP antes de serem enviados ao cliente.</p>
<h3>Código htaccess para comprimir as páginas PHP</h3>
<p>Agora vejamos um simples código-fonte que podemos utilizar para configurar o Apache, de modo que os arquivos PHP sejam enviados comprimidos. Quero dizer com isso que o código HTML da página, que é gerado após o processamento dos scripts PHP, será comprimido antes de ser enviado ao cliente.</p>
<p>Isso é colocado em um arquivo htaccess no servidor, ou seja, um arquivo chamado .htaccess, onde colocamos o código necessário para a configuração do Apache.</p>
<p>Os arquivos htaccess possuem sempre o nome &#8220;.htaccess&#8221;. No Linux os arquivos cujo nome começa com ponto &#8220;.&#8221; quer dizer que são ocultos. Assim pois o a htaccess é um arquivo oculto dentro do Linux, mas visível no Windows. Nos .htaccess colocamos qualquer configuração para o servidor Apache, não somente as configurações para comprimir arquivos, também para fazer redirecionamentos, bloquear acesso a arquivos, etc.</p>
<p>Como os .htaccess servem para configurar um diretório e todos os subdiretórios onde colocamos o arquivo, o código seguinte será colocado dentro de um arquivo .htaccess que deverá ser colocado na raiz do servidor, de forma que as configurações se expandam pelos demais diretórios e subdiretórios onde ele está.</p>
<pre class="brush: plain;">
php_flag zlib.output_compression On
php_value zlib.output_compression_level 2
</pre>
<p>A primeira linha indica a ativação da compressão GZIP para os arquivos PHP. As egunda linha indica o nível de compressão do arquivo (quanto maior for o nível, de 1 a 10) maior será a compressão, mas também irá requerer mais tempo de processamento ao comprimir os arquivos antes de enviá-los. Com uma compressão nível 2 se comprime bastante e requer menos tempo de processamento que uma compressão de nível superior.</p>
<p>No próximo artigo vamos ver como comprimir arquivos CSS e JavaScript.</p>
<p>Fiquem ligados!!!</p>
</div><a href="http://www.seomaster.com.br/bookmark.html" style="border:none; text-decoration:none" onmouseover="sb_plugin('http://jlamim.com.br/2010/08/comprimindo-paginas-php-com-gzip/','Comprimindo páginas PHP com GZIP'); return sb_showMenu(this)" onmouseout="sb_close()" onclick="return sb_open()"> 
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